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"Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu." (Luiz Fernando Veríssimo)

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17 de maio de 2011

Tempo




Tempo quem será seu dono
Quantos tempos o tempo tem
Ainda estão no sono 
Existe ao menos os que vão além

Qual seria o tempo referente
O tempo pra viver
E o  mais suficientemente
Se o bom é realmente ser

Tempo para sorrir 
O tempo para chorar
E aquele que te faz interagir
Tempo bom para aproveitar

Tanto tempo, qual será
O mais forte dos ventos
O tempo que fará
Algo bom dos pensamentos

Temporário és tu vivente
O caminho é longe
Não temas nem desista facilmente
A vida é o hoje 

Teu tempo é agora
Plantar é seu compromisso
E colher chegará tua hora
Não negues teu comodismo

Qual seria o tempo de amar
Aquele que nada vê
O tempo de reencontrar
E os poucos que ainda crê

Quanto a distancia 
Só o tempo pode resolver
Essa agonia redundância
Pouco tempo pra te ver

Só o tempo dirá
Qual a nossa esperança 
E quem sabes caminhará
Até meus braços onde descansa

Tempo esse que não se basta
Tanto procuro por ti
Não encontro, por que te afasta
Dor essa que só eu posso senti

Tempo nenhum faz te esquecer 
Se soubesses do meu amor
De quase enlouquecer
Vou sobreviver a essa dor

Tempo que separa
Nessa luta onde eu tento
Te amar é o que não sara  
Tempo tanto tempo


Maria Resendes Jeremias

Um comentário:

Charlotte Rock disse...

Tempo,
Quantas elucidações sobre ti
Oh tempo, o que reservas pra mim?
Serei teu escravo? Teu empregado?
Farei de ti meu aliado, oh tempo...

Muito boa essa poesia, massa mesmo, sem palavras, um BÁ...
Beijo!!!


Ass: Diego